Crônicas Corporativas

Há 22 anos trabalhando, coleciono vitórias e derrotas, experiências positivas e negativas de coisas que tenho orgulho de lembrar e outras que desejaria esquecer. O objetivo deste blog é contar um pouco do que eu aprendi ao longo da minha carreira.

31/8/07

Manual do traje social masculino

Algumas pessoas, assim como eu, não tiveram a oportunidade de nascer em berço de ouro e sabem que precisam lutar no dia a dia para compensar alguns conhecimentos que a podem fazer falta em algum momento.

O uso do traje social é um caso interessante. Pessoas que não cresceram com este hábito podem dar “alguns foras” na hora de se engravatar. Dar um nó na gravata e colocar um sapato não basta para se considerar socialmente trajado e isso pode fazer diferença na hora de ir procurar um emprego. Adiante, seguem algumas dicas que podem ser úteis a alguns de nossos leitores.

Com exceção a uma moda momentânea, sugiro camisas com cores menos marcantes, como o branco ou o bege. Se a camisa tiver detalhes, use gravata de apenas uma cor. Jamais use camisa estampada com gravata estampada, pois não combinam, a menos que a estampa da camisa seja muito discreta. Também cuidado com a calça preta com camisa branca, pois pode parecer garçom, enquanto muitos tons de azul pode confundir com motorista de ônibus.

Ao comprar uma camisa, a experimente, veja o tamanho do colarinho, das mangas, a costura nos ombros, o comprimento da peça e também, sem brincadeiras, o tamanho da barriga. Existem camisas para barrigudos e outras para pessoas magras. Inverter isso destrói o caimento. Jamais combine mangas curtas com gravata, as mangas devem encontrar os punhos mesmo com os braços esticados para a frente e cuide para não faltar algum botão. Falando em botão, o colarinho deve fechar sem enforcar, pois se for para usar gravata sem abotoar o colarinho é melhor não usar.

A gravata pode trazer vários tipos de nós, é simplesmente uma questão de gosto, mas jamais pode estar fora de tamanho. A forma correta é que ela chegue exatamente em cima da fivela do cinto. E falando em cinto, eles geralmente tem 5 furos, justamente porque você deve usar o do meio. Se você emagreceu ou engordou, compre outro cinto. A cor deve ser a mesma que a dos sapatos. Sobre os sapatos, não deixe que a calça o esconda por completo. Sapatos com bicos muito arredondados somem e perdem o charme. Caso use um desses, aumente um número.

O terno deve combinar calça e paletó. Particularmente eu não gosto de combinações de terno com duas cores (calça caqui e paletó preto), a menos que o paletó seja específico para o frio. Uma jaqueta de couro ou de veludo pode cair muito bem em dias com baixas temperaturas. No inverno, dê preferência aos ternos escuros, que combinam mais com a estação. Também evite usar terno claro à noite.

Para acertar o tamanho, a manga deve chegar até o relógio (ou onde ele estaria se você usasse um), sempre um centímetro antes da camisa, que fica aparecendo, mas só um pouquinho. O comprimento deve equivaler ao seu polegar, quando os seus braços estiverem soltos e relaxados. Quando comprar um terno, peça para abrirem os bolsos, que geralmente estão alinhavados e também para soltarem as aberturas nas costas, que servem para dar um melhor caimento quando você estiver sentado. Se estiver usando um “3 botões”, deixe o último aberto.

Um relógio social pode dar um charme a mais, mas lembre-se que eles geralmente estragam o punho da camisa. Uma caneta no bolso da camisa também pode ficar legal, desde que não seja uma “bic” ou coisa parecida. Se quiser usar uma caneta, compre uma Aurora, no mínimo. Se as verbas estiverem curtas, esconda as “bics” e tudo estará certo. Um paletó tem bolsos internos que servem para guardar a carteira, livrando os bolsos da calça, que preferencialmente estarão vazios.

Ah, as meias… para não fazer confusão, use sempre da mesma cor do sapato.

ALERTA: Lojas populares estão acostumadas com clientela menos exigente e menos conhecedora desses detalhes e com isso aproveitam para vender qualquer coisa.

criado por aguinaldocps    8:59 — Arquivado em: curiosidades, mundo moderno

30/8/07

O profissional é uma pessoa

Quando as empresas decidem investir em treinamento e capacitação de seus profissionais, pensam, em sua maioria em como fazer seus funcionários produzirem mais e melhor. Além disso, é claro, gastando menos tempo, dinheiro e esforço. Mas o problema é que as empresas não percebem que o profissional é uma PESSOA. E que essa PESSOA pensa.

E quando o profissional percebe que o maior beneficiado de tanto treinamento é a empresa, o treinamento acaba servindo apenas para "entrar por um ouvido e sair pelo outro". É quando você treina, treina, faz reunião e não resolve nada. Até que, ou você manda ele embora, ou ele pede demissão. Ou ainda pior, ele fica trabalhando mal de propósito para ser mandado embora.

Quando pensamos em treinar e recapacitar, devemos pensar em contribuir não só para a melhoria das habilidades profissionais de cada um, mas levar muito em conta o lado pessoal. Queremos que nosso profissional cresça como PESSOA, não só pular de Auxiliar para Gerente. Afinal ele não se divide em duas partes, e nem deixa o coração dele em casa quando vai trabalhar.

Aliás, o que toda empresa quer é que o profissional trabalhe com o coração, com amor e dedicação, mas se esquece de alimentar esse coração, pensando apenas em treinar as cabeças pensantes, ou seja, a razão.

Quando você investe no crescimento da PESSOA como um todo, ela se sente realmente valorizada e especial. Alem de se tornar mais culta e melhor capacitada. Nossos clientes percebem a evolução e as ascenções das pessoas dentro da empresa e isso transmite segurança.

O Cliente se sente mais a vontade, e acredita mais ainda que finalmente encontrou o prestador ou fornecedor certo. Ele tem uma idéia de sucesso incomparável na empresa que dá chance de crescer aos profissionais.

Ricardo Halaouani, coordenador regional de unidades da UPTIME

criado por aguinaldocps    16:41 — Arquivado em: comportamento, mundo moderno, outros autores, projetos na Uptime

29/8/07

O efeito da ressonância no mundo corporativo.

Ressonância: qualidade de um corpo ou sistema, com capacidade de oscilação, de vibrar como resposta a impulsos recebidos de um outro sistema vibratório.

Hoje deixei meu carro na concessionária por conta de um barulho que ele tem. Percebo esse barulho quando passo em lombadas, quando faço pequenas freiadas ou mesmo quando subo a rampa do estacionamento da empresa. Até ontem, me parecia algo vindo do porta malas, um som abafado, quase como um "surdo" ou um bumbo de bateria.

Em princípio, a primeira coisa que fiz foi verificar alguma possível ferramenta solta, macaco, chave de roda, triangulo, mas estava tudo preso. Retirei tudo que havia solto no carro (porta CDs, controles remotos, pastas, blusas, etc) e coloquei numa mochila, mas lembrando o poema do Veríssimo, "os barulhos continuavam".

Ontem me irritei e fui até a autorizada Honda, rodei por uns 15 minutos com o piloto de teste e não conseguimos encontrar a origem do barulho. O rapaz me disse que poderia ser uma ressonancia, ou seja, o barulho poderia estar em um lugar, mas a gente ter a sensação de que viria de outro, devido ao som "quicar" em algum ponto do carro. Eis que chego em casa a noite e ao me apoiar no banco trazeiro encontro o barulho "perseguido".

Aprendi mais um termo (Ressonância). Isso acontece no meu trabalho. Muitas vezes tenho um problema para resolver e não encontro a origem dele aonde aparentemente está. Ao vasculhar o assunto, descobrimos que o problema é outro completamente diferente.

Uma situação comum de acontecer, um conflito entre funcionários dentro da empresa devido a simplesmente uma chave perdida ou a preferência na vaga do estacionamento, pode se perceber a ressonância. Quando você investiga, percebe que o problema não está na vaga do estacionamento, isso seria irrelevante, mas sim numa antipatia causada lá no passado entre essas duas pessoas devido a ciumes.

A ressonância também é notada em atividades comerciais. Numa venda, é muito comum o cliente manifestar um problema financeiro como desculpa para não comprar o produto. Em boa parte dos casos, o problema não é financeiro, mas alguma insegurança que o cliente sentiu na apresentação do produto ou mesmo na idoniedade do vendedor. Como geralmente o cliente não quer dizer claramente sua dúvida, ele manifesta um inexistente problema financeiro. O vendedor, por sua vez, passa horas tentando solucionar o problema baixando o preço ou mesmo com formas de pagamento mais divididas, o que inveriavelmente nada resolve, porque o problema não está alí.

A solução é, assim como o mecânico faz no caso do automovel, você desenvolver uma sensibilidade maior, que só vem com o tempo, de perceber se há ressonância nesse caso. É como no corpo humano, uma dor no braço pode ser de origem muscular, devido você ter feito muitos exercícios ou de origem cardíaca, justamente por nunca ter feito exercícios. Pior do que sentir a dor seria diagnosticar com engano a situação.

criado por aguinaldocps    11:20 — Arquivado em: curiosidades, histórias pessoais, opinião pessoal

28/8/07

A história da Boa Mente.

Hoje, conversando com alguns colegas no trabalho, questionávamo-nos sobre o motivo que leva as pessoas a serem negativas. Observávamos que os telejornais apresentam 80% de suas matérias baseadas em desgraças e coisas ruins, enquanto quando aparecem noticias positivas, as pessoas se desinteressam, fazendo com que o jornal se motive a mostrar mais desgraça ainda. E a conclusão é esta mesmo, a desgraça é mais interessante do que as coisas boas. Quando tem um acidente na rua, poucos param para ajudar a vítima, mas dezenas param para olhar o estrago que fez.

Para entender o motivo que leva as pessoas a serem "caçadoras de catástrofes", vamos conhecer um pouco da história de Zaratustra. Há muito tempo atrás, nas estepes a perder de vista da Ásia Central perto do Mar de Aral, havia uma pequena vila de casas de adobe, onde vivia a família Spitama. Um dia um menino nasceu naquela família e seus pais decidiram dar-lhe o nome de Zaratustra. Ao nascer, Zaratustra não chorou, pelo contrário, riu sonoramente. As parteiras, vendo aquilo, admiraram-se, pois nunca tinham visto um bebê rir ao nascer.

Na vila havia um sacerdote que percebeu que aquele menino viria a ser um revolucionário do pensamento humano e o que enfraqueceria o poder dos "donos" das religiões. Ele então decidiu tomar providências e procurou o pai de Zaratustra, com a seguinte conversa: "Seu filho é um mau sinal para a nossa vila porque riu ao nascer, ele tem um demônio. Mate-o ou os deuses destruirão seus cavalos e plantações. Onde já se viu rir ao nascer nesse mundo triste e escuro! Os deuses estão furiosos!".

Na manhã seguinte fizeram uma grande fogueira e, aos olhos de todos colocaram o menino no meio do fogo, mas ele não sofreu dano algum. O sacerdote ficou confuso. Zaratustra foi levado então para um vale estreito e colocado no caminho de uma boiada de mil cabeças de gado, para ser pisoteado. O primeiro boi da boiada percebeu o menino e ficou parado sobre ele, protegendo-o, enquanto o resto passava ao lado e o bebê não sofreu um só arranhão. Depois foi colocado na toca de uma loba que, ao invés de devorá-lo, cuidou dele até que sua mãe viesse buscá-lo. Diante de tantos prodígios o sacerdote ficou envergonhado e mudou-se da vila.

Ao crescer, o garoto ficou conhecido como “Boa Mente". O que ele tinha de diferente é que pensava positivo e enxergava os problemas do cotidiano passíveis de soluções simples. A sua família aceitava seus pensamentos positivos, mas os sacerdotes o rejeitavam. Eles argumentavam: "Se é assim nada há de especial em nosso serviço, nada valem os nossos sacrifícios e perderemos o poder que nos dão os deuses ciumentos e caprichosos que servimos. Estaremos sem trabalho e passaremos fome!". Por isso haviam decidido dar cabo da vida de Zaratustra.

Com sua "boa mente" ele entendeu que tinha que sair dali por uns tempos. Ele chegou a um lugar cujo governante chamava-se Vishtaspa. Zaratustra procurou Vishtaspa e partilhou com ela a suas idéias, mas o governante respondeu ao seu apelo com uma recusa: “Por que haveria de crer nesse estranho?” Após dois anos tentando convencer Vistaspa, e enfrentando a mais cruel oposição, passando, inclusive, um tempo preso, um acidente com o cavalo de Vishtaspa ajudou a resolver esse impasse. À beira de morte, o cavalo tornou-se o objeto de todas as atenções.

Vishtaspa chamou sacerdotes, feiticeiros, médicos e sábios para salvar o seu cavalo. Juntos eles tentaram de tudo, inclusive oferecendo aos deuses dezenas de sacrifícios de outros cavalos. Além disso, brigaram entre si, fizeram intrigas, mas nada aconteceu, o cavalo de Vishtaspa só piorava. Zaratustra, que fora criado num ambiente rural, logo percebeu que o cavalo havia sido envenenado. Procurando Vishtaspa ele sugeriu um remédio muito usado nesses casos em sua terra. Sem alternativas, embora descrente, Vishtaspa aceitou a idéia de Zaratustra e em dois dias seu cavalo estava de pé, sem sinal da doença.

Todos ficaram pasmos e acharam que Zaratustra tinha operado um milagre. Ele respondeu que havia apenas usado a sua "boa mente" e os conhecimentos que tinha adquirido em casa. Vishtaspa e sua família ficaram encantados com a honestidade e simplicidade de Zaratustra, e dispuseram-se a ouví-lo de novo, dessa vez com coração e mentes desarmados. Em pouco tempo não só Vishtaspa e sua família haviam se tornado mais alegres, assim como também grande parte de seu povo. Embora Zaratustra poderia ter usado a ocasião da cura do cavalo de Vishtaspa para arrogar-se de poderes sobrenaturais ele preferiu ser sincero, e foi isso o que de fato mostrou a Vishtaspa a sublime beleza e profundidade da mensagem.

A historia de Zaratustra mostra, entre tantas coisas, que é muito mais fácil pensar negativo do que positivo e que a "boa mente" é sempre contestada pela sociedade, pois ser contagiado pelo negativo dá muito menos trabalho.

Segundo a Wikipedia  ******* Zaratustra, mais conhecido na versão grega de seu nome,(Zoroastres, Zoroastro), foi um profeta nascido na Pérsia (atual Irã), provavelmente em meados do século VII a.C. Ele foi o fundador do Masdeísmo ou Zoroastrismo, religião adotada oficialmente pelos Aquemênidas (558 – 330 a.C). A denominação grega Ζωροάστρης significa contemplador de astros. É uma corruptela do avestan Zarathustra (em persa moderno: Zartosht ou زرتشت). O significado do nome é obscuro, ainda que, certamente, contenha a palavra ushtra (camelo).********

criado por aguinaldocps    10:11 — Arquivado em: curiosidades

25/8/07

Bodas de Rosas

No dia 26 de agosto de 1990 eu ganhei um beijo. Ali começou uma história que agora completa 17 anos. Ao longo desse tempo houve momentos lindos e algumas brigas também. Houve fases onde nos viamos todos os dias e outras fases onde o contato era somente nos finais de semana.

Depois de um tempo passamos a dividir o mesmo pequeno apartamento e conquistar as coisas juntos. Aquele foi o começo de uma nova fase que só existe em função de um sonho de dois adolescentes. A partir daquele momento passamos a ser um time. Um time de dois em busca do sucesso, pessoal, intelectual, profissional, financeiro e sentimental.

Conheci a Paula quando eu tinha 18 anos e ela, 17. Hoje, me sinto muito feliz por esta marca que hoje conquistamos. Eu digo a ela que metade de sua vida ela já passou comigo. Alguns dizem que estamos ficando velhos e eles tem toda razão. Graças a Deus estamos ficando velhos, a cada ano conquistando mais um ano, mais esperiências, mais felicidades. Se precisamos envelhecer para podermos viver tudo isso, que seja assim.

Somos pessoas parecidas e muito diferentes. Gostamos das mesmas coisas e de coisas opostas. Torcemos juntos pelo futebol, mas nos dilaceramos num clássico SANTOS X SÃO PAULO. Assistimos juntos aos desenhos animados, mas eu prefiro OS SIMPSONS enquanto ela é fã do PICA PAU. Ouvimos quase os mesmos tipos de músicas, mas eu escolheria CREEDENCE enquanto ela ouviria U2. Na infância eu curtia BLITZ e ela OS MENUDOS. No cinema eu gosto dos nacionais e ela curte os americanos. Eu bebo suco de laranja e ela ama o Ades de morango. Ah, nós concordamos na cerveja, adoramos a Original.

No início tínhamos um problema: ela gostava de sair para dançar e eu sempre preferi os bares e as risadas. Hoje o problema está solucionado, não passamos quase nenhum final de semana sem soltar horas de besteiras numa roda de amigos.

Neste dia 26, comemoraremos "Bodas de Rosas". Por curiosidade, vejam a lista abaixo:

Haja criatividade! Embora ocorram variações nos materiais associados, essa é a que encontramos mais freqüentemente:

01º - Bodas de Papel
02º - Bodas de Algodão
03º - Bodas de Couro ou Trigo
04º - Bodas de Flores, Frutas ou Cera
05º - Bodas de Madeira ou Ferro
06º - Bodas de Açúcar ou Perfume
07º - Bodas de Latão ou Lã
08º - Bodas de Barro ou Papoula
09º - Bodas de Cerâmica ou Vime
10º - Bodas de Estanho ou Zinco
11º - Bodas de Aço
12º - Bodas de Seda ou Ônix
13º - Bodas de Linho ou Renda
14º - Bodas de Marfim
15º - Bodas de Cristal
16º - Bodas de Safira ou Turmalina
17º - Bodas de Rosa
18º - Bodas de Turquesa
19º - Bodas de Cretone ou Água Marinha
20º - Bodas de Porcelana
21º - Bodas de Zircão
22º - Bodas de Louça
23º - Bodas de Palha
24º - Bodas de Opala
25º - Bodas de Prata
26º - Bodas de Alexandrita
27º - Bodas de Crisoprásio
28º - Bodas de Hematita
29º - Bodas de Erva
30º - Bodas de Pérola
31º - Bodas de Nácar
32º - Bodas de Pinho
33º - Bodas de Crizopala
34º - Bodas de Oliveira
35º - Bodas de Coral
36º - Bodas de Cedro
37º - Bodas de Aventurina
38º - Bodas de Carvalho
39º - Bodas de Mármore
40º - Bodas de Esmeralda
41º - Bodas de Seda
42º - Bodas de Prata dourada
43º - Bodas de Azeviche
44º - Bodas de Carbonato
45º - Bodas de Rubi
46º - Bodas de Alabastro
47º - Bodas de Jaspe
48º - Bodas de Granito
49º - Bodas de Heliotrópio
50º - Bodas de Ouro

Vale a pena comemorar! Não acham? Então façam acontecer, façam valer a pena! Para mim tem valido a pena há muito tempo.

criado por aguinaldocps    21:43 — Arquivado em: curiosidades, opinião pessoal

21/8/07

Para não se desconcentrar várias vezes ao dia

Ontem recebi da Daniela, o seguinte email:

Aguinaldo, veja a minha situação. Eu sou auxiliar administrativo e trabalho numa loja que possui um caixa só. Quando a menina do caixa precisa ir ao banheiro eu a substituo até ela voltar. O problema é que ela vive com uma garrafinha de água na mão e por isso vai ao banheiro de hora em hora. Isso me desconcentra varias vezes ao dia. Como eu poderia agir?

Bem Daniela, a situação é um tanto chata, mas simples de se resolver. Em principio eu acredito que você não deve reclamar para a sua amiga, afinal não é você que deve se desgastar com isso. O ideal é que ninguém se desgaste, então tudo tem que ser feito com um mínimo de cuidado. Como primeira atitude eu sugiro que você converse com o seu superior imediato para que ele resolva o problema, aproveitando a autoridade dele e sem criar nenhum conflito com isso.

O seu chefe direto, se por acaso não for o mesmo chefe direto dela, seguramente contatará o outro e pedirá providências. A mais tranqüila seria pedir que o chefe do caixa determinasse uma quantidade máxima de vezes por dia para ela utilizar um substituto (no caso, você), justificando ainda que o objetivo disso é manter a concentração do outro departamento. Essa ação a obrigaria a manter-se mais fixa no posto.

Porém, Daniela, se o seu chefe não der importância a esse problema, não vale a pena brigar com ele. Não fique de mal humor e nem passe a boicotar seu trabalho em função de não ter sido atendida. Apenas procure mostrar ao seu chefe o quanto isso dificulta e proponha você, para ele, que a sua saída do departamento para cobrir a colega seja limitado a tantas por dia, para que não comprometa o seu trabalho.

Também é importante dizer que se houvesse bom senso de todos, não necessário seria haver uma regra como essa, que limita o profissional em seu conforto. Afinal, após a regra ter sido estipulada, ela deve ser seguida. Como agir então no dia em que a colega estiver um tanto quanto descontrolada em relação às suas funções fisiológicas? Deve-se usar o bom senso e tentar perceber se isso é por um dia apenas ou se prolonga pela semana toda. Se for um caso extra, uma situação que exija a sua ajuda, sugiro que não se negue. Caso percebam que é algo permanente, façam as regras valerem novamente e mais uma vez caberia ao seu chefe resolver a situação.

criado por aguinaldocps    11:19 — Arquivado em: comportamento

20/8/07

Etiqueta com Ana Claudia

O post de hoje não foi escrito por mim. Acredito ser eu uma pessoa educada, mas não o suficiente para ensinar etiqueta. Mas como gostei muito de algumas dicas aqui descritas, resolvi compartilhar com todos o artigo muito interessante que li no blog da Ana Claudia. Segue, na íntegra:

Quem nunca passou por uma situação constrangedora do tipo: “o que eu faço com esse caroço de azeitona dentro da boca ?” ou ainda “será que eu posso cumprimentar com beijinhos em ambiente de trabalho ?” Situações como estas nos obrigam a pensar rápido. Não há manual de bolso para etiqueta. Ou você sabe o que fazer na hora H, ou faz o que deduz que seja certo e erra em 90% dos casos.

Nascer cercado de boas maneiras é o ideal, mas, para os menos privilegiados, há cursos, palestras, dicas na TV, em revistas, livros, etc. O fundamental é que nunca mais você esfacele uma folha de alface ou uma fatia de carpaccio em público e que esqueça ad eternum as pontes móveis que costuma formar ao descansar as facas à mesa.

A quantidade de comida no garfo deve ser proporcional à sua fome, certo? Erradíssimo. Mesmo que você não coma há dias, coloque pouco alimento em cada garfada e coma devagar. Está terminantemente proibido inchar a bochecha, beber qualquer líquido com a boca cheia e gesticular com os talheres, simulando reger uma orquestra. Combinado?

Lembre-se que o frango a passarinho é mais passarinho que frango e costuma voar do prato com mais freqüência do que gostaríamos. A etiqueta pede que você o leve à boca com um guardanapo descartável, usando as mãos, sim! Afinal de contas, venhamos e convenhamos, quem não demonstra bons modos é o anfitrião que serve este prato ingrato.

Palitos de dente servem para verificar se o bolo está pronto. E só! Resista heroicamente à tentação de cutucar aquele mastodonte que se hospedou em seu molar, ou, se não for suficientemente convicta, que o faça entre quatro paredes.

Não somente à mesa, pode-se perceber traquejo social. Engana-se o homem que pensa ser gentil dando passagem a uma mulher ao subir ou descer escadas. Se os degraus forem suficientemente largos, os dois devem ir lado a lado. Caso contrário, abortem a idéia do ladies first, pois, mesmo que seja com a melhor das intenções, o olhar deles tem alvo certo.

Uma escada é praticamente um teste de berço. Corrimão foi feito para crianças e idosos. Se você não se encaixa em nenhuma dessas categorias, o ignore. Não desça nem suba olhando para os degraus. A lógica é que eles sejam todos iguais, portanto, acertou o primeiro, acerta todos, por mais frágil que seja sua coordenação motora. Mulheres finas descem escadas de lado. Além de chique é um charme !

Há uma infinidade de regras de etiqueta, sobre as quais poderíamos discorrer páginas e páginas até que conseguíssemos convencer os brutos de que, entre etiqueta e frescura existe um abismo de diferenças, porém, já me daria por contente se um dia percebessem que há situações em que apenas educação e bom senso já contam pontos. Fumar em lugares fechados, só se, antes de acender o cigarro, você distribuir máscaras. Não ceder lugar a idosos ou gestantes, além de ser o cúmulo da insensibilidade, dá cem anos de azar. Eu votaria a favor da volta da guilhotina para aqueles que jogam lixo nas ruas. Falta de pontualidade mostra descaso ao infeliz que espera. Ligar antes de visitar alguém é básico e indispensável. Está sem crédito? Se vira! Segurar o elevador no seu andar estampa egoísmo e uma tremenda falta de espírito de coletividade.

Se nos acostumarmos a exercitar todos os dias, mesmo que seja na mais casta solidão do nosso lar, algumas dessas dicas, isso passa a ser rotina e, quando nos damos conta, nossos hábitos e as boas maneiras já se tornaram amigos para sempre.

Ah sim, se o caroço da azeitona ainda não desintegrou na sua boca, você deve voltá-lo ao garfo e colocá-lo na borda do prato. E quanto aos beijinhos no trabalho, esqueça. A menos que seu visitante seja um muchacho, cujas raízes porteñas são intrinsecamente beijoqueiras. Inútil tentar se esquivar neste caso.

Lembro mais uma vez que o texto não é meu e por isso não prometo seguir a risca todas as dicas, mas tenho certeza que tiro benefícios disso tudo escrito acima.

Confiram:

http://etiqueta.blog.terra.com.br/boas_maneiras#comments

criado por aguinaldocps    13:58 — Arquivado em: comportamento, curiosidades, outros autores

19/8/07

Como agir perante ao colega chato?

Recebi um email da Ana Lucia relatando diversas situações envolvendo um colega de trabalho muito chato e consequentemente pedindo que eu comentasse aqui no blog sobre esse personágem muito comum nas empresas.

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Oswaldo Montenegro, grande cantor e compositor da MPB já dizia em um de seus versos que "todo chato é bonzinho", o que significa que na maioria das vezes ele não percebe que é chato ou mesmo está apenas tentando agradar. É claro que a Ana Lucia iria dizer que o seu colega chato faz de tudo, menos agradar. É exatamente este o ponto: o chato geralmente é uma pessoa que teve um volume de carinho distorcido até então e tenta com suas piadas sem graça conquistar amigos ou admiradores, o que gerelmente não acontece.

Na maioria dos casos onde há um chato, há também um colega meio esquentadinho que perde logo a paciência e rasga logo o verbo, dizendo claramente com os olhos nos olhos do chato, tudo aquilo que acontece. Mas acreditem, nada disso vai adiantar. O saldo desta ação é que o chato ficará chateado e a tendência é que ele se sinta injustiçado, não mude em absolutamente nada e o clima ficará ainda pior. O chato acreditará que aquilo é sempre uma opinião isolada, até porque outras pessoas mais pacientes, embora também não gostem de suas atitudes, o tratam bem.

Então qual é a solução?

Vou contar uma história que aconteceu em 1990, quando eu trabalhava numa empresa jornalística. Naquela época o jornal havia contratado um jovem repórter, que depois de alguns meses, passou a ser considerado chato pela maioria dos colegas. Ele fazia piadas tolas e tinha o pavil curto. Qualquer coisinha que acontecia criava conflitos. Além disso tinha alguns agravantes: era fedido (seu desodorante vencia pouco tempo depois de sua chegada ao trabalho), era metido a conquistador (ficava azarando as meninas) e depois saia contando para todo mundo suas intimidades.

Algumas tentativas haviam sido feitas pelos colegas para que seu comportamento mudasse. Já haviam jogado indiretas, já haviam dado uma baita bronca e também já haviam armado uma forma da funcionária mais antiga (aquela que é a mãezonha do grupo e se dá bem com todo mundo) falar com ele reservadamente. Nada havia dado resultado. Parecia mesmo que ele não ouvia ou que considerava tudo aquilo ações de pessoas que não iam com a sua cara.

Um dia, uma das redatoras, depois de ter presenciado mais uma de suas chatisses, resolveu armar um esquema. Ela tratou do assunto em plena reunião de redação, com a presença do rapaz, dizendo claramente que algumas de suas atitudes eram o motivo dele ter tanta dificuldade de ganhar a simpatia do grupo. Que se ele continuasse assim, provavelmente acabaria pedindo demissão ou mesmo seria demitido, pois ninguém consegue se isolar. Mas que no fundo ela sentia que não era isso que ele (o chato) queria. Todos percebiam que ele era um cara de bom coração e que fazia suas graças tentando agradar, embora não agradasse. Ela disse ainda que o motivo disso provavelmente seria uma tentativa de se personalizar, criar uma marca registrada, mas que não estava dando certo.

A redatora propôs um pacto: Ele mudaria suas atitudes, deixaria de fazer as piadas repetitivas e não mais ficaria tentando arrancar aplausos dos outros. Agiria de outra forma, a partir de agora. Em contrapartida, todo o grupo, incluindo os mais criticos, passariam a tratá-lo bem e também o assunto morreria alí. Ela concluiu dizendo que ele tinha duas alternativas, agora. Uma seria sair bravo e revoltado, se sentindo muito mal com tudo que aconteceu naquela reunião. Outra atitude, a mais acertada, seria aceitar as críticas e mudar.

O rapaz derrubou algumas lágrimas, ficou durante algum tempo em silêncio e em seguida pediu desculpas a todos. Contou que realmente não percebia suas inconveniências e que estava disposto a mudar, mas que para isso queria contar com o apoio e a amizade de todos.

O grupo aplaudiu a atitude do colega e ele melhorou nos próximos dias já uns 30%, o que foi considerado bom pelos colegas. Passadas algumas semanas a nossa redatora o chamou para uma nova conversa de reforço, porém individualmente, fazendo-o ver o quanto as coisas já haviam mudado nos dois sentidos.

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Cara Ana Lucia, não sei se esta situação seria possível no seu caso, mas é uma alternativa. Como eu relatei acima, algumas pessoas preferem ser pacientes e simplesmente aguentar, mas um grupo não é todo assim. Imagine que se este seu colega chato sair da empresa, ele continuará a ser chato em outro lugar e enfrentará os mesmos problemas. Se querem ajuda-lo de verdade, o melhor que tem a fazer é conversar com ele.

criado por aguinaldocps    11:04 — Arquivado em: comportamento, histórias pessoais, opinião pessoal

15/8/07

Os Scorpions no Brasil

Os Scorpions são uma banda de hard rock, originária de Hannover, Alemanha. Em 42 anos de carreira já venderam mais de 75 milhões de álbuns. Ontem eles estiveram em São Paulo, pela segunda vez. E eu estive nas duas, em 2005 no Canindé e agora no Credicard Hall.

Formado em 1965, os Scorpions passaram os primeiros 18 anos da sua carreira sem conseguirem muito sucesso nos EUA, embora já fossem bastante populares na Europa e no Japão. Apenas com o lançamento do álbum Love at First Sting, a banda conseguiu agarrar as audiências americanas. Reconhecidos pelo sucesso do single Rock You Like a Hurricane, os Scorpions assumiam um papel de destaque no heavy metal. No início da década de 1990, tiveram êxito com o álbum Crazy World e a música Wind of Change, inspirado nas mudanças político-sociais ocorridas no Leste Europeu e também no fim da Guerra fria.

Foi o primeiro grupo ocidental a tocar na Rússia após a extinção da União Soviética e, em 21 de julho de 1990 foram convidados a participar no espetáculo de Roger Waters, The Wall in Berlin.

O espetáculo de ontem foi baseado no lançamento de seu último trabalho, Humanity Hour I. Mas claro que também os clássicos fizeram parte do show. O local, Credicard Hall, é um espaço perfeito para este tipo de apresentação. Para quem, como eu, assistiu também ao show no Canindé há dois anos, fica claro que a motivação de um músico para apresentar seu trabalho numa casa de shows como ontem é infinitamente maior do que tocar num palco mal improvisado num campo de futebol, como o da outra vez.

Klaus Meine e seus parceiros interagem muito bem com a platéia a ponto de contagiar com seu carisma e não parecem ser "estrelas". Demonstram alegria ao perceberem o carinho do público e inclusive se emocionam com alguns detalhes, como a réplica da guitarra de Matthias Jabs feita com isopor por um fã ou um lindo desenho num cartaz nas mãos de uma garota na plateia.

O momento marcante, em minha opinião, ficou por conta do baterista James Kottak, que com uma Skol na mão, vestiu uma camiseta com as cores da bandeira brasileira e com isso homenageou a nossa pátria.

A noite de ontem reuniu cerca de 8.000 pessoas, com uma estrutura muito interessante. Eu estava com a Paula e mais um amigo que levou seu filho de 13 anos. É bom o garoto desde cedo aprender a ouvir música de qualidade.

E para finalizar, fazemos a velha pergunta: Os Scorpions merecem ganhar todo esse dinheiro que ganham? A resposta, na minha opinião: sim, mercem. É só observar a quantidade de gente que eles movem e o quanto isso produz no mundo todo. Quantos discos vendidos e quanto isso gera de empregos em cada país onde há fãs? São gereadas vagas de emprego em lojas, gravadoras, reprodutoras, etc.

Integrantes:

Klaus Meine
Matthias Jabs
Rudolf Schenker
James Kottak
Pawel Maciwoda

Página oficial http://www.the-scorpions.com

criado por aguinaldocps    15:08 — Arquivado em: curiosidades, música/cultura, opinião pessoal

13/8/07

Escolhendo a cor das meias

Copiando o site da Ana Claudia, encontrei uma informação extremamente valiosa para o "Histórias Empresariais".

Executivo, você sabe escolher as cores de suas meias?

Segue o padrão correto:

O cinto sempre acompanha a cor do sapato, mas e a meia ?

Meia preta ou cinza - sapato preto

Meia castor, marrom ou bege - sapato marrom

Meia azul marinho - sapato marrom ou preto

Cores variantes fogem do manual de etiqueta. Hora de aposentar aquela meia mostarda …  Ameia branca também não combina com terno!

criado por aguinaldocps    22:04 — Arquivado em: comportamento, mundo moderno, outros autores
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