30/12/06
Ser questionador ou passivo?
Imaginem uma pessoa que passou meses numa empresa numa postura de questionar tudo que o chefe pedia. Toda vez que o chefe vinha pedir alguma coisa ela queria saber se aquilo realmente era necessário e porque. Um belo dia o chefe já sem paciência com a personalidade da funcionária resolveu a demitir.
Ela demitida aprendeu a lição e foi para outra empresa, onde lá, tomou postura completamente contrária. Ela agora fazia tudo aquilo que mandavam sem questionar e se não mandavam não fazia. Acontece que não demorou muito e ela foi demitida do novo emprego também e a justificativa foi que ela não tinha iniciativa para as coisas.
Isso de fato aconteceu e a pergunta é: como deve se comportar quem quer ser valorizado dentro das empresas?
Para responder eu gostaria de dizer que tem uma coisa que as empresas não gostam, que é justamente a passividade de um funcionário, aquele que quase não tem atitude e que somente faz aquilo que se pede. Esta pessoa geralmente é mantida na empresa, mas não cresce. E existe um outro tipo de pessoa que as empresas odeiam, que é o questionador. É o mal humorado, o ranzinza, o cara “do contra”. Este último geralmente é dispensado tão logo percebam que ele é assim.
Então, no caso da nossa personagem acima, ela agiu nas duas empresas que trabalhou das duas formas que não deveria. Por isso foi demitida nas duas.
A postura correta é adaptar-se a forma de pensar da empresa onde você trabalha. Tomar a iniciativa, mas sem desafiar a empresa, a menos que tenha convicção de que suas idéias poderiam gerar mais resultados do que a política atual.
Há um bom exemplo para o modelo ideal, que é trazido na história dos abacaxis (http://aguinaldocps.blog.terra.com.br/a_historia_dos_abacaxis).
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