Como todos sabem a cada dia mais pessoas se conscientizam da necessidade de aprender um segundo idioma. Evidentemente o idioma inglês é o mais procurado, considerando ser uma linguagem universal. Em qualquer lugar do mundo podemos encontrar alguém que se comunica em inglês, por isso este passa a ser o idioma mais importante.
No Brasil, percebemos que de alguns anos pra cá essa procura aumentou. Talvez seja por uma necessidade mais evidente, já que hoje há mais empresas multinacionais no país do que há 20 anos. Além disso, na década de 80 e também no início da década de 90, havia poucas pessoas trabalhando com o uso do inglês.
Naquela época o alvo das poucas escolas (comparando com o número de escolas que temos hoje no mercado) eram os adolescentes, de classe média alta, que se tornavam alunos de um curso por influência dos pais. Muitas vezes o faziam buscando status, já que estudar inglês era algo que poucos praticavam. Havia também aqueles que buscavam um curso para os filhos com a finalidade de ajudá-los na escola, viajar futuramente para o exterior ou ainda dar atividades ao mesmo.
Com a globalização da economia, cada vez mais o trabalhador brasileiro precisa se comunicar com as suas matrizes ou com seus parceiros no exterior. Além disso, com a abertura das importações no início dos anos 90 o idioma inglês foi se tornando fundamental na bagagem de qualquer pessoa mais ambiciosa, profissionalmente. Tivemos a invasão dos eletrônicos, da informática, que foram mais alguns fatores a incentivar o uso da língua e com isso o perfil do interessado em aprender inglês foi mudando.
Hoje, dominar o idioma inglês é muito mais emergente para alguém que já está no mercado de trabalho do que para a garotada, que ainda tem tempo pela frente. Este, se não aprender corre o risco de ficar estagnado na profissão, quando não de perder seu emprego. Então além do adolescente, o adulto também se tornou um estudante.
Acontece que a maioria dos cursos de inglês existentes no mercado mantém as mesmas metodologias de antigamente. Longas, cansativas e voltadas para o interesse dos jovens adolescentes, que tem tempo disponível para isso. Por mais que se anuncie cursos para adultos, isso, no máximo, significa que são turmas só de adultos. Mas na realidade, o método, o livro, o assunto continua o mesmo.
As poucas instituições que perceberam isso estão à frente do mercado. Hoje o que um profissional realmente precisa não é só da matéria. Ele precisa ganhar tempo. Quanto mais rápido desenvolver uma língua, mais rápido vai poder usá-la e fazer seu investimento no curso ter retorno. Ele precisa de assuntos interessantes, já que se um adulto faz um curso que foi desenhado para as crianças, as histórias do material usado não vão atrair sua atenção. Esses e outros fatores geram a desistência e consequentemente a frustração que é um dos principais fatores que inibem uma pessoa de procurar uma instituição de ensino de inglês.
Então essas pessoas que falam que não gostam do inglês, na verdade não é do inglês que elas não gostam. Acontece que toda vez que se pensa em estudar inglês, não se entende aprender inglês. Essas pessoas já estão frustradas com as tentativas em métodos não adequados. Elas passam a desenvolver então varias teorias, como aquela de que “não se aprende inglês no Brasil”, que “o inglês daqui é diferente do inglês de lá”, ou de que um cidadão tem “dificuldade em aprender um idioma”. Nada disso procede. Essas pessoas desenvolveram bloqueios, mas que podem ser vencidos.
Minha sugestão para as pessoas que sentem dificuldade no assunto é deixar um comentário no blog com algum meio de contato. Como essa é minha área de atuação, faço questão de dar minha consultoria a distância e aconselhar alguma coisa, conforme a cidade onde o interessado está.